Quanto mais são feitas pesquisas sobre os relatos bíblicos,
mais provas vão surgindo que revelam a veracidade deste livro
maravilhoso.
Não existe livro tão perfeito como a Bíblia. Simplesmente não é possível invalidar suas palavras.
Isso ocorre porque os seus escritores inspirados por Deus se preocuparam em escrever apenas o que lhes era mandado.
Não
há na Bíblia manipulação em palavras. Os escritores não estão
preocupados em emocionar, ou transmitir uma atmosfera. Pelo contrario,
muitos deles simplesmente se prendiam em apenas documentar de forma
inexpressiva os fatos que ocorriam em suas épocas.
Agora que já
vimos que os fatos referentes a abertura do Mar Vermelho não são apenas
uma fábula como afirmam muitos eruditos do nosso tempo, e acreditamos já
ter provado na matéria anterior com uma grande quantidade de provas
históricas de que os personagens bíblicos envolvidos não são somente
obras de uma ficção, e que os fósseis humanos encontrados no Mar
Vermelho podem ser a prova da famosa abertura do Mar por Moisés.
Gostaríamos de apresentar também mais provas referentes aos
acontecimentos bíblicos que ocorreram depois da passagem do Mar
Vermelho.
Após Deus ter arrancado com mão forte o seu povo da
escravidão no Egito, e ter afligido aquela terra com pragas e sinais
incríveis nunca antes vistos, o povo de Israel começou a sua caminhada a
terra prometida, terra que Deus havia prometido a Abraão. Essa
caminhada durou quarenta anos e o povo viveu momentos marcantes em sua
historia.
Durante os anos no deserto Deus preparou Israel para
ser seu povo. Batalhas aconteceram onde a fé de muitos era provada.
Traidores se revelaram e muitos desafios tiveram que ser vencidos.
No entanto começava ali o nascimento de uma tradição que se perpetua até hoje. Tradições como:
Os dez mandamentos e a Lei de Deus.
O Tabernáculo, modelo de local de adoração dado por Deus.
A arca da Aliança, símbolo do antigo pacto entre Deus e os homens.
Leis de Sacrifícios de animais foram estabelecidas com mais firmeza para aplacar a ira de Deus pelo pecado do seu povo.
Mas seriam estas coisas realmente verdade?
Teriam realmente ocorrido tais eventos?
Muitos
estudiosos afirmam também serem estes acontecimentos apenas um reflexo
moral e não acontecimentos realmente verdadeiros. Afirmam serem apenas
uma simbologia que nunca teria acontecido realmente.
No entanto os registros históricos e arqueológicos não apóiam estas teorias.
Gostaríamos
de documentar agora provas arqueológicas de que não só a travessia do
Mar foi uma historia real, mais também o que aconteceu depois disso.
Depois
que Moisés fez os Israelitas partirem do Mar Vermelho e saíram ao
deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água
(Êxodo 15.22). Então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de
Mara, porque eram amargas (Êxodo 15.22).
Bem proximo do Mar
Vermelho arqueologos encontraram fontes antigas que continham aguas
muito amargas que não podiam ser bebidas. Isto comprovaria que as
narrativas depois da travessia do Mar também podem ser perfeitamente
reais.
Em 1988 o explorador Bob Cornuke e seu amigo Larry
Williams encontraram uma fonte de águas amargas próximo ao Mar Vermelho.
As fotos abaixo mostram o local.
Nos
montes deste local arqueólogos Sauditas escavaram cavernas como a da
foto abaixo. Informaram ao explorador Bob Cornuke que encontraram
escrituras sobre a passagem de Moisés pelo local bem como as tumbas de
Jetro e Zípora. Porém esta informação não foi confirmada.
Os
textos bíblicos também declaram que em um dado momento no deserto
quando o povo estava próximo ao monte Horebe, o povo murmurou a Moises
por que tinha sede e Moisés pegando seu cajado feriu um rocha e ela
verteu água, e ali se formou uma fonte.
Foi encontrada por
arqueologos uma rocha exatamente nestas proximidades onde pode-se
comprovar que durante muitos anos uma fonte brotou dela, pois haviam
claros sinais de erosão por água e um pequeno vale formado por
escoamente de aguas.
A rocha em Horebe (Massá e Meribá), em
Refidim, e uma vista da fenda por onde saía a água (Êxodo 17.6). Nota-se
a erosão e o alisamento provocados pela nascente. Sua localização é
próxima ao Monte Sinai (Êxodo 3.1), a menos de 24h a pé (Êxodo 19.1-2).
Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas... (Êxodo 17.6)
Neste
mesmo local ocorreu a guerra contra os Amalequitas. Após a vitória
Moisés construiu um altar em agradecimento ao Senhor e chamou o lugar de
"Jeová-Níssi" (O Senhor é Minha Bandeira).
Curiosamente como de
costume se pode comprovar este fato pois arqueólogos encontraram um
altar de pedras neste lugar. Provável local onde Jetro ofereceu
holocausto e sacrifício (Êxodo 18.12).
Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel em Refidim. (Êxodo 17.8)
Em
Êxodo 3.12 confirma que o Monte Sinai localiza-se fora do Egito e que
Moisés esteve no local quando apascentava as ovelhas de Jetro, seu sogro
e sacerdote de Midiã, região noroeste da Arábia (Êxodo 3.1). Portanto o
Monte Sinai não poderia ser tão distante do local onde Moisés vivia,
como vem sendo informado durante séculos.
Depois de realizadas
buscas nas áreas da rota do Êxodo a partir de 1761, foi então encontrado
na Arábia Saudita o que se chama hoje de o verdadeiro Monte Sinai.
Neste lugar bastante amplo existem evidências mostradas nos livros de
Moisés como pode-se ver nas fotos abaixo tiradas em 1984. Em Gálatas
4.25 confirma que o Monte Sinai fica na Arábia! Em árabe a região
montanhosa se chama "Jebel El Lawz" e os árabes beduínos da região a
chamam de "Jebel Musa" (Montanha de Moisés).
O
pico do monte está "queimado" (carbonizado) conforme descrito em Êxodo
19.18-20, 24.17 e Deuteronômio 4.11. Exploradores quebraram algumas
rochas e comprovaram que são de granito e escuras apenas por fora! É o
local mais alto da região (mais de 60 metros de altura). Fica ao centro e
na parte traseira da montanha.
A
foto de satélite abaixo mostra a diferença geográfica entre o
tradicional Monte Sinai em AZUL (na península do Sinai), e o encontrado
com evidências em AMARELO (na Arábia Saudita). Em VERDE a praia onde
acamparam os hebreus e a travessia do Mar Vermelho (no Golfo de Ácaba).
Como mencionamos antes este monte possui todas as evidências necessárias
para ser o local descrito na Bíblia devido as descobertas arqueológicas
no local.
Mas
o que podemos encontrar de mais espantoso nesta região no que diz
respeito aos relatos bíblicos nesta parte deste sitio arqueológico, hoje
reconhecido pelos árabes como patrimônio da humanidade, listaremos a
baixo:
Altar do Bezerro de Ouro feito por Arão (Êxodo 32.5,19).
Situado ao pé de um monte a cerca de 1500m de Horebe. Reconhecido pelas
autoridades Árabes como tesouro arqueológico protegido hoje por guardes e
cercado por uma proteção.
Muitos
desenhos (petróglífos) de vacas e touros no estilo egípcio foram
encontrados no altar. Os árabes ficaram admirados com a descoberta pelo
fato deste estilo não ter sido achado em qualquer outro lugar na Arábia
Saudita. Os Israelitas da época eram totalmente aprofundados na cultura
egípcia, podendo perfeitamente desenhar como de costume no Egito, Aqui
estão alguns deles:
Também
pôde ser encontrado restos de 12 colunas e um altar (Êxodo 24.4). Que
foram recolhidas partes das pedras e levadas pelo governo árabe para uma
mesquita na cidade de Hagl, assim que tomaram conhecimento das
descobertas de Ronald Wyatt. Pois Moisés é reconhecido pelos árabes como
profeta.
Barreira
de poços feita por Moisés para delimitar a área sagrada (Êxodo 19.23). O
arraial dos hebreus situava-se atrás, da esquerda para a direita
cobrindo toda a área entre os montes.
No
monte em frente ao pico existem pedras em forma de tábuas (Êxodo
24.12). Notar que há uma árvore crescendo entre as pedras. Logo abaixo
destas existe uma caverna (parte escura um pouco abaixo do centro da
imagem). Acredita-se ser a mesma na qual Elias se refugiou quando temeu a
Jezabel (1 Reis 19.8-9), esposa do rei israelense Acabe.
Reportagens do jornal Discovery Times sobre os achados arqueológicos na integra (recortes dos jornais).
As
colunas comemorativas no local da travessia, os restos dos carros dos
egípcios no fundo do mar, o pico do monte carbonizado e as outras
evidências de inestimável valor, tornam a descoberta de Ronald Wyatt
incontestáveis.





































